top of page

Escola de Comércio Álvares Pentedo, uma jóia da arquitetura no Centro de São Paulo


O Palácio do Comércio, projetado Carlos Ekman para ser a sede da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado – FECAP fica localizado no Largo São Francisco, nº 19 no Centro de São Paulo. Testemunha a história de cidade e revela a capacidade dessa sociedade em liderar projetos filantrópicos à frente de seu tempo.


A Arquitetura do Palácio do Comércio


O Palácio do Comércio toma parte na tempestuosa e intensa história do Centro de São Paulo: é um marco da reformulação deste território como espaço burguês e de sociabilidade no contexto de uma cidade que se remodelava por meio de novos espaços públicos e edificações, uma cidade que buscava espelhar a sociabilidade burguesa[1], urbana e cosmopolita das capitais europeias, uma nova identidade da cidade moldada pelos ideais da elite cafeeira paulista.

"O centro era ponto de encontro de intelectuais, espaço de passeio das camadas médias e baixas, lugar de compras e convívio social das moças de boa família, centro cultural e financeiro, lugar de trabalho para os empregados do comércio." [2]



O Palácio do Comércio foi projetado pelo arquiteto sueco Karl Wilhelm Ekman, que no Brasil ficou conhecido por Carlos Ekman. Atualmente encontram-se raríssimos exemplares do movimento Art Nouveau no Brasil. Entre estes poucos remanescentes está o ‘Palácio do Comércio’ no Centro Histórico de Centro São Paulo, implantado no Largo São Francisco, ao lado da tradicional Faculdade de Direito do largo São Francisco e a poucos metros do marco zero da cidade, a Catedral da Sé.


O Art Nouveau, um movimento arquitetônico que alcançou escala mundial e que desenvolveu vertentes internas foi um fenômeno cultural e arquitetônico complexo e rico pela diversidade de seu repertório estético que prosperou com diversos resultados em cada cultura que o recepcionou:


"Em razão de seu caráter efêmero, polimórfico e internacional, constitui-se em toda a história dos estilos, um dos mais difíceis de serem definidos, por isso, sua compreensão é das mais delicadas. E apesar das reações e julgamentos intempestivos pelo qual passou ao longo dos anos, conseguiu sobreviver no decorrer do tempo, principalmente nos detalhes construtivos, inclusive no Brasil."[3]


Idealizado pelo arquiteto inglês William Morris, o Art Nouveau foi um movimento que contestava profundamente o modo de produção da Revolução Industrial e as consequências para as relações do ser humano com a Arquitetura e o Design.


Uma jóia arquitetônica de Carlos Ekman no Centro de São Paulo


Ekman[5] foi um arquiteto sueco que estudou na Escola de Belas Artes em Copenhague (1882-1884) e na Escola de Engenharia em Estocolmo (1884-1886). Em São Paulo, foi responsável pelos projetos de importantes edifícios como o Theatro São José, o Palacete Bamberg, a Casa Alemã (todos já demolidos) e pelos projetos da Vila Penteado[6], atual sede da Pós graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e do Palácio do Comércio, ambos tombados pelos órgãos e Preservação.Assim como a Vila Penteado, o Palácio do Comércio apresenta a vertente "Secessão Vienense”, um repertório que se desenvolveu dentro do movimento do Art Nouveau.


"Da mesma forma, como acontecia na Inglaterra, com a influência de William Morris, Ekmam propôs uma nova estética de ornamentação nos interiores da Vila Penteado, também inspirada nas formas da natureza, mas com características particulares da Sezession vienense. Desde os motivos florais, as formas orgânicas e curvilíneas, o feminino emoldurado, representado nas madeiras, nos relevos da fachada, nos mosaicos, nos vitrais ou nas ferragens.

Diferente do movimento art nouveau desenvolvido em outros países, a Sezession, trocava as curvas intensas por linhas mais verticalizadas. Na Vila Penteado essa verticalidade é representada pelo pé direito do saguão de entrada e pela caixilharia extremamente vertical que corta os ambientes.

Ekman, nesse contexto, teve um papel muito importante na arquitetura paulistana pois essa nova postura de projeto perante as artes decorativas influenciaria as residências da elite cafeicultora da época e o design do inicio do século. (...) Por outro lado, apesar do Art Nouveau não ser um estilo propriamente brasileiro, era a primeira vez que se tentava minimizar a supervalorização do estilo barroco, trazido pela colonização portuguesa. Assim como o art nouveau, o barroco também valorizava a ornamentação, embora a forma com que o segundo tratou a ornamentação diferisse pela sutileza das formas e pela escala menos exagerada, os excessos e, principalmente, pela ideia de aproximar a arte do povo.

Lembrando que no século XIX a estética era outra e o contexto da Arquitetura era de casas baixas com telhados de duas águas. Portanto, o que se propunha era uma concepção totalmente nova de arquitetura residencial. Não era só a funcionalidade que entrava em pauta agora, mas a estética.

O conceito do Art Nouveau, propagou-se então por muitos países em decorrência da Exposição Universal em Paris (1900), chegou ao Brasil e a todo o estado de São Paulo, transformando a arquitetura residencial e, conforme descreveu Flávio Motta: “compôs grande parte da nossa paisagem e dos nossos ambientes, esteve nas salas de refeições, nos escritórios, nas praças , nos cemitérios, nas ferrovias, nos costumes e nas revistas tipo ‘Seleta, ‘Careta’, ‘Fon-fon’, ‘Vida Moderna’, ‘Kosmos’, ‘Pirralhos’, etc.” (MOTTA, 1953,p.3)[i]


O Palácio do Comércio foi construído em um terreno de 1.500 m2, no largo São Francisco, Centro de São Paulo, doado pelo Conde Antônio Alvares Penteado, o qual também patrocinou o projeto e a construção. Possui 2 pavimentos – térreo e pavimento superior e um porão no nível da rua e possui 3.700 m2 de área construída.


"O arquiteto Carlos Ekman (1866-1940) projetou a Vila Penteado em estilo Art Nouveau à pedido de Antônio de Álvares Leite Penteado (1852-1912), o Conde Penteado, que conheceu o novo estilo em viagem à Paris, onde a família visitou a Grande Exposição Universal, em 1900."[7]


O edifício se organiza em um grande Hall central com pé direito de mais de 7 metros, possui acabamento de piso em ladrilhos importados da Bélgica e pinturas ornamentais nas paredes internas. É possível ver em fotografias do acervo da instituição que as paredes contavam com pinturas ornamentais que hoje estão escondidas por uma tinta látex de cor bege. As salas de aula, um grande salão para festas a Sala da Biblioteca e as Salas dos Diretores e da Secretaria distribuem-se simetricamente nas laterais do térreo e do pavimento superior e uma escadaria em mármore de carrara é o ponto focal do Hall de Entrada, a qual marca o eixo central da edificação.


No Palácio do Comércio, um elemento arquitetônico e estrutural que chama a atenção, o qual, no entanto, não foi valorizado pela última intervenção de Restauro e Arquitetura são as vigas metálicas ornamentadas. Esta é uma estrutura de caráter único e excepcional dentro da arquitetura civil do início do século XX na cidade de São Paulo e merece atenção especial por parte de uma (bem vinda) nova intervenção de Restauro. Essas estruturas são características únicas da edificação – tratam-se de vigas metálicas ornamentadas que em muitas salas de aula se encontram escondidas por um forro de tipo comercial e não foram integradas aos espaços das salas onde se encontram.


Nos aspectos de organização espacial e distribuição é possível observar semelhanças entre o partido arquitetônico do Palácio do Comércio e da Vila Penteado[8]. Na residência da família Penteado também se encontra um Hall Central com pé direito de mais de 7 metros, plenamente adornado com acabamentos importados com referências às formas orgânicas encontradas na natureza e à temas de plantas, flores e vegetais presentes no Art Nouveau.


Em ambas as edificações os demais cômodos especializados se organizam em torno do grande Hall central, que recebe o acesso social e principal da edificação. Estes são espaços de poder, mas também de contemplação, e talvez até de reflexão, uma vez que Ekman os prestigia com o tratamento da ornamentação nos acabamentos e nos elementos como escadas, pinturas artísticas e ornamentais e pela iluminação com grandes aberturas verticais, características presentes nos dois monumentos. São espaços centrais que organizam todo o edifício e também a relação da edificação com o lote e a rua, o acesso e a implantação.


A escala, as aberturas para a iluminação e as escolhas dos temas artísticos de ornamentação também podem ser considerados uma declaração de Ekman, que por meio do Sezession Vienense, dá voz às aspirações de uma elite que construía uma nova cidade, desafiando tradições e paradigmas econômicos, sociais, culturais e estéticos, valores que possivelmente são um dos maiores legados da Belle Époque para a cidade de São Paulo, revelados na cultura material da cidade: sua arquitetura e seus bens móveis e integrados.


No início da década de 90 o Palácio do Comércio foi tombado pelo patrimônio histórico da cidade de São Paulo e está protegido pela Resolução nº 37/92 do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo – CONPRESP[9], como arquitetura que faz parte do “valor histórico, social e urbanístico representado pelos vários modos de organização do espaço urbano que compõem a área central da cidade de São Paulo, destacando-se o Vale do Anhangabaú”, pelo “significado paisagístico e ambiental assumido pelo Vale do Anhangabaú ao longo da história da cidade de São Paulo”; e em função do “valor histórico-arquitetônico, ambiental e afetivo de diversos imóveis localizados na área do Vale do Anhangabaú e vizinhanças”[10]


Se o estado de conservação do Palácio do Comércio hoje é ruim em diversos pontos da fachada onde é possível observar danos e patologias, por outro lado, nos ambientes internos a conservação é exemplar. Essa aparente contradição apenas demonstra que essa arquitetura, assim como os espaços públicos sofre os impactos e as consequências da decadência do Centro - econômica, social e de zeladoria e ordem urbana.


A Escola de Comércio – O projeto filantrópico e institucional


Antônio de Álvares Leite Penteado, o conde Álvares Penteado (1852-1912), foi um próspero cafeicultor da região de Mogi Mirim, que com sucesso fez a transição do capital agrário para o industrial na virada do século XIX para o XX: em 1892, fundou a manufatura de lã Penteado e a fiação de Juta Santana no bairro operário e industrial do Brás, onde chegaram a trabalhar quase mil operários, a maioria de origem italiana.


Em 1902 construiu sua mansão em Higienópolis, em estilo Art Nouveau. A edificação chocou a elite paulistana da época, que a considerava ousada e transgressora, estabelecendo uma ruptura com as outras construções do bairro. Sobre o estilo Art Nouveau desse edifício: “(...) Seu estilo influenciou a arquitetura do período e tornou-se parte relevante de registro da história da vida cultural paulista do início do século XX. (...)” como característica deste período, é possível identificar “a vontade de criar um estilo que abandonasse toda a imitação do passado. Um período novo e distinto de tudo que vinha sendo feito na Arquitetura e das artes decorativas.”[12]


Ainda naquele ano, enquanto Carlos Ekman projetava a Vila Penteado para a família Alvares Penteado à Rua Maranhão no bairro de Higienópolis - a então Escola Prática de Comércio de São Paulo, atual Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado – foi fundada por Antônio de Álvares Leite Penteado e pelo economista Horácio Berlinck como uma instituição de ensino superior, sem fins lucrativos.


A pedra fundamental do Palácio do Comercio foi lançada em 30 de maio de 1907 e a obra durou 18 meses. O edifício apresenta muitos itens e peças importados da Europa e do Canadá. Em 12 de dezembro de 1908 a obra foi inaugurada e no início de 1909 o edifício passou a receber os primeiros alunos matriculados no que foi a primeira escola de contabilidade do Brasil.


O objetivo da Escola de Comércio foi o de atender à crescente necessidade de formação de profissionais para atuar no próspero comércio da cidade de São Paulo – contadores, administradores e gestores de organizações – que seriam peças chaves para o aumento da produtividades comercial, industrial e para o desenvolvimento de toda a sociedade, profissionalizando os serviços de administração e colaborando para o padrão de vida da cidade de São Paulo.


"A Escola Prática de Comércio nasceu da necessidade de se formar mão de obra especializada para o comércio em São Paulo. Em reunião da Sociedade Humanitária dos Empregados no Commercio de São Paulo surge a ideia de uma escola prática de comércio, na qual estavam presentes o Prof. Horácio Berlinck, Senador Lacerda Franco, Conde Álvares Penteado, entre outras personalidades. As aulas começaram a ser ministradas no prédio de número 36 da antiga Rua Nova de São José (hoje Rua Libero Badaró). Com o crescimento da quantidade de alunos foi necessário ter uma sede própria. O terreno é então, doado em 1907 pelo Conde Antônio Álvares Penteado. E o prédio é inaugurado apenas no ano seguinte em 1908." [13]


A Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado foi pioneira como instituição filantrópica de ensino: fundada na data de 02 de junho de 1902, desde o ano de 1915 é a instituição com certificação de utilidade pública mais antiga do Brasil.


"Em busca por profissionais capacitados para realizar a contabilidade de seus negócios, o cafeicultor juntamente com mais 10 pessoas e 7 empresas (em sua maioria bancos) criaram a escola prática de comércio. Inicialmente, seus cursos noturnos eram gratuitos e capacitavam quem se interessasse por comércio na cidade de São Paulo à época, colaborando para o desenvolvimento contadores (na época chamados guarda-livros) brasileiros para trabalhar em negócios." [14]


Ainda na década de 30 foi a primeira instituição de ensino superior no país a abrir os cursos de graduação de Economia no ano de 1934 e de Contabilidade no ano de 1939. Na Revolução Constitucionalista de 1932 a instituição acolheu os revolucionários paulistas e foi rebatizado como Escola Prática de Comércio Álvares Penteado. “(...) atuou contabilizando os recursos que foram arrecadados com a campanha “Ouro para o Bem de São Paulo”. Foram os professores que fizeram a contabilização dos mais de 9 mil contos de reis arrecadados. Ao final da campanha, o restante do dinheiro foi doado para a Santa Casa de Misericórdia, quando foi então construído no Largo da Misericórdia o prédio Bandeira Paulista.”[15]


Atualmente a fundação oferece cursos de graduação, pós graduação em diversos campos do conhecimento como Economia, Contabilidade, Relações Internacionais, Publicidade e Propaganda e Administração, além de cursos técnicos e Ensino Médio.


Se hoje essa arquitetura chega à nós preservada, é necessário reconhecer e agradecer os esforços da Fecap em preservar esta jóia do Centro de São Paulo, a qual, pelo instrumento do tombamento, pertence a todos os paulistanos de nascimento e de coração.



[1] “Na belle époque paulistana, as elites paulistas e as camadas médias em formação buscavam novas formas de convívio e lazer. A vida social fechada nas fazendas e restrita às missas era substituída pela busca mais constante das praças e ruas que se constituíam referenciadas, principalmente pelos padrões do mundo europeu.” In: BRAGLIA, N. C. Paulicéia de ontem: as revistas ilustradas e o viver urbano nas primeiras décadas do século XX. 2011

[2] PADILHA, Márcia. A cidade como espetáculo: publicidade e vida urbana na São Paulo dos anos 20. São Paulo: ANNABLUME, 2001. P. 104.

[3] SALDANHA, Daniela Costa Dornfeld. Vila Penteado: estudo e análise iconográfica dos seus desenhos ornamentais / Daniela Costa Dornfeld Saldanha. -- São Paulo, 2017. Dissertação (Mestrado - Área de Concentração: História e Fundamentos da Arquitetura e do Urbanismo) – FAUUSP. Orientador: Luiz Américo de Souza Munari.

[4] SALDANHA, Daniela Costa Dornfeld. In: Universidade de Sâo Paulo. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.Vila Penteado 1902 - 2012: pós-graduação 40 anos. “A Vila Penteado como Memória da Produção Art Nouveau no Brasil.”p. 335-336.

[5] Ekman veio a falecer aos 73 anos na cidade de Santos e sua produção foi reconhecida como de valor cultural pelo tombamento dos exemplares remanescentes em São Paulo.

[6] A Vila Penteado é tombada pelo CONPRESP: Resolução 05, de 05/04/1991 e pelo CONDEPHAAT. CONDEPHAAT – Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico Livro do Tombo Histórico: Nº inscr. 117, p. 18, 27/06/1979.

[7] SALDANHA, Daniela Costa Dornfeld. Vila Penteado: estudo e análise iconográfica dos seus desenhos ornamentais. Dissertação (Mestrado - Área de Concentração: História e Fundamentos da Arquitetura e do Urbanismo) – FAUUSP. Orientador: Luiz Américo de Souza Munari.p.84

[8] “Descrição: O projeto da Vila Penteado foi encomendado em 1902 pelo fazendeiro, industrial e comerciante, Álvares Penteado, ao arquiteto sueco Carlos Ekman, que adotou o estilo art nouveau, de inspiração austríaca, conhecido como Sezession. É considerado o primeiro edifício art nouveau paulista e seu melhor exemplar, de amplas proporções, a casa possui dois pavimentos além do porão, e ocupava extensa área com seus jardins, quadra de tênis, lago, cocheira e horta, com o acesso principal voltado para a Avenida Higienópolis. Catorze dormitórios e várias salas, distribuem-se em torno do corpo central, ricamente adornado com materiais importados e pinturas decorativas. Propriedade da família Penteado até 1947, o edifício foi doado à Universidade de São Paulo para sediar a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, que aí funcionou desde sua criação até 1969. Atualmente, é utilizado pelo departamento de pós-graduação da faculdade de Arquitetura e Urbanismo.” CONDEPHAAT. Resolução de Tombamento: Resolução de 27/02/1978. Nome atribuído: Vila Penteado

[9]Resolução no . 37/92 CONPRESP, disponível em: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/upload/d475b_37_T_Vale_do_Anhangabau.pdf. Consulta em 09/04/2023.

[10] Idem.

[11] ""Instalado em uma das nossas salas que mantem o estilo original do prédio, com um pé direito alto, cuja sustentação é feita com as treliças no teto. (...) Preservando a memória institucional da Fundação, mantém álbuns, estátuas, documentos, medalhas comemorativas, a planta e prospecto original do prédio, quadros, móveis da época (alguns projetados pelo Liceu de Arte e Ofício de São Paulo)." In: Palácio do Comércio” da FECAP integra a Jornada do Patrimônio, que este ano é on-line”. Disponível em: https://www.fecap.br/2020/12/04/palacio-do-comercio-da-fecap-integra-a-jornada-do-patrimonio-que-este-ano-e-on-line/. Consulta em 09/04/2023.

[12] SALDANHA, Daniela Costa Dornfeld. In: Universidade de São Paulo. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.Vila Penteado 1902 - 2012: pós-graduação 40 anos. “A Vila Penteado como Memória da Produção Art Nouveau no Brasil”.

[14] “A Escola de Comércio funcionava como curso livre e poderia ser frequentada por qualquer aluno que estivessem em outras instituições ou que já tivessem concluído o curso secundário.” In: Verbete ‘Palácio do Comércio’. In: Nascimento, Douglas. Portal São Paulo Antiga. FECAP comemora 120 anos de história. (artigo) 02/06/2022. Disponível em: https://saopauloantiga.com.br/fecap-120-anos-de-historia/. Consulta em 08 de Abril de 2023.

[15] “Palácio do Comércio” da FECAP integra a Jornada do Patrimônio, que este ano é on-line”. Disponível em: https://www.fecap.br/2020/12/04/palacio-do-comercio-da-fecap-integra-a-jornada-do-patrimonio-que-este-ano-e-on-line/. Consulta em 09/04/2023.





Comentários


bottom of page